Rozana, minha flor,
sei que você não sabe, mas eu sempre tenho um pé de algodão no quintal e te confesso que ele é muito instável. Não aguenta um vento mais forte e vrauummmm… cai… com raiz e tudo e sabe porque te falei sobre isso? Por causa das partículas…
A foto que emoldura o texto eu fiz onde no mesmo galho há a flor e o capucho, e como o pé de algodão está ali por causa das folhas – que é um antibiótico poderosíssimo – eu replanto sempre que ele sucumbe. A semente, é do sítio do meu pai e assim, vou replantando memórias.
O capucho solta fiapos que se desprendem e os sabiás levam para o ninho, Rozana… eles catam tudo que é leveza pelo quintal e levam bico afora para se preparem para os tempos difíceis…
É lá, no ninho que eles aproveitam das levezas daqui e dos fiapos que caem no chão. Lembrei de te contar isso quando li seu poema…
Um beijo,
Mariana Gouveia
BlogVember via Scenarium Livros Artesanais
Participam comigo:
Lunna Guedes – Obdúlio Ortega


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❤
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Os textos hoje estão me levando para direções estranhas e de repente, sou trazida e volta e nem sei onde estou e quem sou. Vou culpar o calor…
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ufa! Achei que seria eu a culpada… kkkk
minha culpa, minha máxima culpa!
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Sem culpa, apenas curtir os pensamentos estranhos que nos cercam…
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❤ sua linda!
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