O voo cego. O pouso em qualquer canto.
A gaiola dentro das entranhas, prendendo a liberdade de respirar.
A falta não respeitando lembranças.
Objetos que são marcas que ela deixou.
O sentido da vida na posição morta.
O mapa sem rotas certas.
Apenas a falta.
Havia um jeito de ave no meu peito.
O voo cego. Sem ninho para pousar.
Mariana Gouveia
Cadeados Abertos – Diário das quatro estações.
Scenarium Plural Editora

E a gente suspira como que morre para ver se renasce verso teu.
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Bambina mia ❤
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