Nossa, você reparou que já estamos em Julho e que os seis primeiros meses viraram folhinhas arrancadas do calendário? Talvez você diria: Ainda bem! Mas, os dias voaram e em meu calendário particular os meses se desenharam em instantes que vou tentar mostrar aqui em fotos.
1 – Janeiro e o iluminar das lanternas chinesas.
Meu pé de lanternas chinesas brotou com as chuvas de janeiro e floresceu trazendo ao meu quintal o colorido das flores.

2- Fevereiro e a viagem ao mundo do circo.
Com alguns dias de folga viajei para uma cidade próxima – Tangará da Serra – para rever meu irmão, sobrinhos e cunhada que trabalham em um circo. A alegria de estar junto deles, a arte circense apresentada por eles e a viagem deliciosa tornou o mês bem especial.

3 – Março – os encontros que não couberam em uma foto só.
Como se adivinhasse o tempo que viria a ficar sem abraços, Março foi o mês dos encontros e reencontros, onde o amor foi firmado entre risos, colos e amizade.
4 – Abril – susto, vírus e pandemia.
Abril foi um devorador de paz. O mundo estava parado, o tempo era outro e por motivos pessoais, fui obrigada a viajar para meu estado de origem. Os dias em hospital, máscaras, noites sem dormir e a sensação de que estava vivendo em um livro de terror.

5 – Maio e suas nuances da quarentena.
Maio não coube em uma só fotos e teriam outras tantas diante dos momentos difíceis e o isolamento me fez mais dentro dos muros, a vasculhar o quintal e aspirar o vento, embora com o coração cheio de dor pelas vidas – já de quem amava, gostava e de pessoas próximas – fui lua, aves e flores, como uma forma de acreditar que tudo isso passará e novos dias virão.

6 – Junho e perdas e ganhos.
A vida brotou em toques, nascimentos e também de partidas duras. Junho foi presságio de comemoração, de lamento, de faltas e de aproximação. Ainda é tudo tão duvidoso e as palavras que ganham espaço aqui é lock down, isolamento social, números, voos, pousos, onde o aconchego do coração é o instante leve pela manhã. De meu lugar, vejo que aqui em minha cidade o medo impera, mas em alguns, a impressão é de que não existe pandemia.
Se puder, fique em casa e se tiver que sair, use máscara, lave bem as mãos e aspire o ar. A vida é tão fugaz que nem percebemos os dias que passam.
Mariana Gouveia
Projeto 6 on 6 – Scenarium Plural Editora
Participam desse projeto:
Alê Helga— Darlene Regina — Obdulio Nunes Ortega
Isabelle Brum — Lunna Guedes


Que dicadeza com o tempo, que graça, é você sendo você.
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E tu sendo tu! Grata, moço. Está bem?
Abraço
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Bem, sempre bem.
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Lindas demais essas fotos!
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Grata, minha linda! Beijos
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Mesmo eu não gostando de circo, achei a foto linda… amei as lanternas de janeiro e os abraços de março, parece que foi tudo ontem e já faz tanto tempo.
Enfim, agora vivemos o tal do novo normal e lá vai uma pessoa sem máscara pela rua. Mundo paralelo que chama? rs
bacio cara mia
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Parece tão distante… mas é tão real… Bacio
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Junho foi presságio de comemoração, de lamento, de faltas e de aproximação. Ainda é tudo tão duvidoso e as palavras que ganham espaço aqui é lock down, isolamento social, números, voos, pousos, onde o aconchego do coração é o instante leve pela manhã. De meu lugar, vejo que aqui em minha cidade o medo impera, mas em alguns, a impressão é de que não existe pandemia. Se puder, fique em casa e se tiver que sair, use máscara, lave bem as mãos e aspire o ar. A vida é tão fugaz que nem percebemos os dias que passam.
[image: abraço amigo.jpg]Maria
Sem vírus. http://www.avast.com
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é a vida, Maria! Abraços
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Acredita que nunca fui ao circo? Na verdade, fui uma vez com a escola, mas deu uma ventania que levantou a lona e causou sustos e estragos na cidade antes mesmo que o espetáculo começasse. Quando tudo isso passar, preciso lembrar de assistir a um espetáculo.
Amei cada uma das suas fotos e palavras…
Beijos
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Obrigada, minha flor… Conheci o circo ainda criança e até trabalhei em um. Acredita que conheci Chitãozinho e Xororó antes da fama em um circo?
Hoje, o circo que fotografei é onde meu irmão trabalha com sua família, embora, nessa pandemia, nenhum circo está atuando. Nesse circo não há animais, o que eu vibro e acato…
Meus sobrinhos fazem parte do espetáculo! Dá um nervoso!
Abraço e grata sempre!
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