O pai contou histórias do tempo que a curva do rio teve de ser modificada para proteger as nascentes. A sabedoria das coisas estava em recuar quando fosse preciso e a brisa matinal era a lição mais lógica para isso. A ave espreitando a vida e o mundo sendo sufoco diante do grito. O filho sendo a imensidão da angústia. A ave sendo ameaça para o novo. A revolução na voz de quem já não pode cantar. Essa era a hora que eu queria ser menos, igual ao poema da minha escritora favorita. Tem como devolver perfume dentro das palavras? Ou voar junto com o pássaro que fica à cata de comida? Quando o riacho se abre e a flor do pântano morre, o lago vira morada dos sonhos ocultos. Era como o arrozal não semear o cheiro da colheita pela floresta inteira. Há dias tão vazios de vida que eu pergunto: onde você nasce quando morre? Ou que céu você povoa quando ele fica nublado? Que sol amanheceu em seu dia?
Mariana gouveia

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Grata!
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🌹👍
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❤
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❤
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obrigada Mariana. 🙂
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Obrigada eu!
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🙂
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Pronto, agora vou ficar aqui com perguntas serelelepes. hunft
Onde você nasce quando morre? Isso me faz pensar na colisão de duas estrelas… li em algum lugar que a maioria das estrelas estão mortas. Ah, o universo!
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Ah, o universo! Vamos ficar nas perguntas serelepes ❤
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