
em que os telhados velhos trazem lembranças da infância e o cheiro do mato se mistura ao orvalho da manhã. A permissão para sentir vem da natureza que me concedeu a fé enquanto a memória resgata coisas que a menina dentro da mulher não quer esquecer. O cogumelo colhido na floresta como se fosse a cura e o conselho do pai para tomar cuidado com o veneno contido dentro das coisas bonitas — base para mais um ensinamento.
Teve aquele dia, em que o corte no pé foi o momento certo para mostrar a cura… eu chorei uma vida inteira. Ali, como se cada parte do corpo, cada átomo do Universo fizesse parte de mim.
Quero te dizer que tenho shitake colhido ali, naquela parte onde a infância mostrava que tudo é o começo, meio e fim. E a poesia recém-escrita, olho no olho… onde o orvalho cresce na minha própria alma.
Mariana Gouveia
Desvios para atravessar quintais
Scenarium Plural Editora
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Gostei disso. ⚘
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Muito obrigada, Cassiane! Abraço carinhoso
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Boa Noite Mari
Lindo texto..me fez recordar tantas travessuras de minha infância,tantos foram os momentos …fazem parte da do ciclo da vida nao é mesmo?
Aproveito aqui para desejar te um feliz natal..Deus abençoe vc e os teus…
Abraco fraterno…fica c Deus
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Obrigada, minha flor! Esse último livro tem muito de coisas da minha infância.
Espero que seu Natal tenha sido especial e que seu ano novo seja lindo!
Abraço carinhoso
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É lindo esse seu jeito de escrever. Tem leveza nas palavras!
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Eu fico lisonjeada! Grata!
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🌻
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Parabens pelo livro continue a escrever e a nos deliciar c suas histórias que mtos livros venham a ti em 2021 Mari.. abençoado ano novo a vc..fica c Deus.bjs
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Muito obrigada, flor! Grata imensamente! Que seja um Ano Novo de levezas!
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🙏🙏🌻🌺
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