
Atravessou meu caminho. Pediu para ler a minha mão. Eu descrevi poesia no dia.
Ela jurou que via mar na trilha do destino.
Senti o sal na boca. Nos meus cabelos havia jeito de maresia.
Olhou bem nos meus olhos e riu. Previ encantos na vida dela. Estendeu-me a mão e pediu que eu a lesse. Sou analfabeta de sonhos – ela disse.
Em dois sopros de vento dei-lhe a sorte do dia.
Palavra de ordem: Acreditar.
Mariana Gouveia
Diário das Quatro Estações – Cadeados Abertos.
Scenarium Plural Editora
*imagem: Pinterest
Céu azul de outono, lindo e o sol a escalar os prédios, daqui a pouco chega aqui na varanda e eu me mando. Vamos ao verbo. Eu acredito. Tu acreditas….
bacio cara mia
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Nós acreditamos…
bacio
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