É você essa poesia engasgada na garganta.
Seu nome fazendo eco nas paredes partidas.
A estação escurece dentro do calendário
e o relógio estagnado no sol de meio dia.
A mesa posta
e as xícaras esparramadas.
Tudo ficou perdido na palavra encanto.
O mar é esse azul que ninguém enxerga quando anoitece.
A solidão é essa xícara vazia
e a metamorfose diante da vida.
Serve-se a cura através de asas.
A parede dá colo para o instrumento que toca.
A música ecoa dentro de você.
Mariana Gouveia

💙
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❤
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Certos versos seus são como vento morno no meio da tarde fria. Daquelas que fez calor até as três e de repente mudou tudo, com nuvens e esse vento que não quer mudar nada. Mas muda, porque, afinal, é vento. rs
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Como hoje, né? rs ❤
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Gostei muito!!!
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