Todos os dias eu a via por ali. Como se medisse passos, como se medisse a vida.
Como se dissesse:
– A vida não é para quem tem pressa, moça.
A vida é para acontecer no instante do agora.
E assim, os dias seguiam seu destino de ser dia.
O diário das rotinas. A fala improvisada no programa de rádio.
A canção que ela mais gostava e seu lugar. Era ali que a vida podia ser medida vagarosamente para viver.
Era só respirar e viver e esperar o momento da transformação.
Para amanhã, asas.
Mariana Gouveia
Cadeados Abertos – Diário das Quatro Estações
Scenarium Livros Artesanais
Estamos em Agosto e por isso, temos BEDA.
Participam comigo:
Lunna Guedes – Obdúlio Nunes Ortega – Roseli Pedroso e Suzana Martins – Darlene Regina

💜
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❤
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Estava a costurar os seus diários e, vez ou outra, parava para ler uma página ou outra… ganhava asas. rs
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devo confessar que a pele arrepia quando tu fala sobre a palavra Costurar… eu voo junto!
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Sempre é hoje…
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sim, sempre… rs
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esses cadeados abertos para mim!! ❤
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sempre ❤
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