Corredores, Codinome Locura

Ausência… seu nome é quando?

Ph: Tumblr

Era essa a maneira de nos encontrarmos.
A fluidez do líquido – e a água – nas histórias contadas.

A parte do humano quase real – os ossos, a pele – ardendo em febre e a solidez do dia.

A colheita sendo parte da história. A moça de branco na ligação que não atendi. O diagnóstico mudado no envelope.

Era o amanhecer um dia típico. como a selva nas palavras que li e o jardim transversal era uma coragem dentro do medo.

Na ponta da unha, a cor. O carmim a exalar essências quando o sangue é tudo rubro.

Ausência… seu nome é quando?
A tatuagem invisível entre a primavera e outra estação.

Meu medo estampado nos tecidos da cortina e a rua de cima feita de silêncios.

Mariana Gouveia

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