Versos. Rimas.
Palavras distraídas.
Submersa. Dispersa.
Um poema rasgado
despedindo-se do papel.
Suzana Martins
Confesso que nem me lembro quando comecei a gostar de você, mas sei que quando percebi já estava cheia de carinho e te nomeei minha menina nuvem. Depois disso, já tomei posse dessa amizade e cá estou eu a te escrever.
Sabe, Su, desde menina fui-sou apaixonada por nuvens. Você precisa ver o céu do meu lugar! Eu fico horas olhando para ele e dependendo do dia vejo figuras que parecem saídas de um livro… já vi asas de anjo, corações, nomes, palavras de cartas e letras. Vai me dizer que o céu não quis escrever seu nome aí?
E hoje, Su… o céu desenhou o S como se fosse uma estrada e fiquei lembrando do nosso carinho e de como meu abraço alcança também quem você ama… e se eu te disser que, às vezes, bem às vezes mesmo, o universo conversa comigo?
Mas, não lembro de você só quando surgem as nuvens… lembro de você também quando a poesia me alcança para além dos olhos e lembro da sua risada. Nessa hora, lembro-me de que a poesia tem som… sua voz ecoando poemas é de aconchegar o coração.
Há um antes e depois nessa carta, Su… o antes – a menina nuvem – e o depois – a menina marítima – porque te vejo de pé na areia, cheirando a sal e com sua poesia espalhando ondas. Te vejo água e abraço no seu amor e isso, de alguma forma, me toca.
mas, também gosto da artista que se desdobra e milita. Gosto das nuances e de como os caminhos ligam os iguais. Eu gosto imenso da mulher que se apresenta em tudo que faz e gosto de todos os Inversos que sua poesia provoca em mim…
Posso dizer que em muitas vezes, eu apenas suspiro e digo: uau!!! E uso todas as exclamações que tenho direito. Em outras, eu apenas me silencio e te reverencio… de todas as maneiras sua poesia me abraça e me aconchega. Muitas vezes, me tira o ar e em todas as vezes, me arrebata para além das nuvens da minha menina nuvem.
Grata por tanto!
Mariana Gouveia
Agosto é o mês de ver desenhos em nuvens e de Beda.
Participam junto comigo:
Lunna Guedes – Obdúlio Nunes Ortega – Mãe Literatura – Suzana Martins –
Roseli Pedroso



Ah menina Mariana, que carta mais linda!!! 🥰🥰
Li e reli mergulhada em nuvens, no seu abraço quente e nas nuances de areia e sal. Suspirei. Derramei algumas lágrimas entre sorrisos, pois as suas palavras vieram cheias de emoção. Estou a suspirar novamente…
Vou fazer um chá, me acompanha?
Mari, eu também não sei quando comecei a gostar de você. Sei apenas que és a minha Menina Mariana. Essa moça de sorriso lindo, de palavras tão bem arrumadas, de versos pulsantes e sentimentos a transbordar além da página.
É tão bom saber das tuas caminhadas e contemplações!
O universo trouxe as tuas nuvens para o meu céu e escreveu versos que atravessam as artérias e pulsam além do coração. Obrigada por compartilhar os teus desenhos em nuvens comigo.
Quero perder-me contigo em teu céu.
A tua missiva chegou aqui feito abraço apertado e aqueceu essa tarde gélida de inverno.
Estou a suspirar pelos cantos!!
Beijos, minha menina Mariana 😘😘😘😘
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ah, Su querida! Tu é poesia na alma e voz! Abraço carinhoso ❤
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A meninas das mares e também uma menina nuvem. E sabe-se lá quantos mais. Gosto de apreciar tudo isso na condição de vento…
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Você sabe que as nuvens amam as marés ou seria ao contrário?
Um sopro de carinho para tu ❤
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Lindas palavras
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Grata!
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