
Não se pode falar de livro da infância… ela arriscou. apedrejam-na.
Ainda assim, ela não se contem, quer construir uma cidade usando a força de homens que saibam assentar tijolos – untar formas de bolo com delicadeza é um acessório à parte. Sonha com Macunaíma, grita preguiça na esquina. Cria revoluções – micros, macros Transversa, leva a vida na flauta. Em época de consumo se constipa só para não usar as moedas guardadas em porquinhos com coração. Ah, esse jeito de usar o batom, tão dela que esforça para esconder seu estado legítimo de Órion. Traz dentro da bolsa um cisco, que usa quando a lonjura bate nos centímetros da distancia de casa. Adora artes. Sente falta da escola, mas estuda nos mapas as cores de um estado que fica ocre no mapa. Vai entender, essa moça. Nunca lê as bulas! Nunca lê! Extraterrestre! Extraordinária!
Mas, revolucionária.
Mariana Gouveia
E lendo o poema me lembrei de Adélia. Vá lá saber por que. É lindo, econômico, por se ajustar ao dia e a um tempo bem preciso, a saber: 03h50min de uma tarde de inverno. É isso que senti, reclame não.
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Reclamo não! Só reclamo da falta que senti de você aqui. Tu andou sumido e digo isso as 19:47. E aqui é uma noite de outono, quase inverno, viu?
Abraço
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Ah, dessas mulheres que a gente leva na pele, por dentro e por fora. Gosto imenso delas. Aprendo. Reaprendo e as vejo por aí, em tantas peles. Levei, viu?
bacio
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Grazie, bambina! ❤️🌸🌷
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