Os olhos comiam o dia amanhecendo. Alguém dava pinceladas de cores nas tintas. Verde em profusão de amor. Nos tons que ultrapassam cinquenta vezes mais do que os olhos podem contar.
Lembrou-se da aula de arte. Verde-água, verde-musgo, verde-bandeira, verde!
De repente, o inverno se desenha colorido. Pega a mala da saudade e ali guarda o instante. Ri. Logo ele aponta ali, mais ali.
Flashes que quando criança podia imitar.
Ousa repetir o gesto. Parada em um mesmo ponto. Se vendo ali, criança. Gesticulando sonhos. Ainda nem era tempo de chegadas e já murmurava alegria.
Bem ali, o dia acelerava a magia e era necessário viver.
Lembrou-se da aula de arte. Verde-água, verde-musgo, verde-bandeira, verde!
De repente, o inverno se desenha colorido. Pega a mala da saudade e ali guarda o instante. Ri. Logo ele aponta ali, mais ali.
Flashes que quando criança podia imitar.
Ousa repetir o gesto. Parada em um mesmo ponto. Se vendo ali, criança. Gesticulando sonhos. Ainda nem era tempo de chegadas e já murmurava alegria.
Bem ali, o dia acelerava a magia e era necessário viver.
Mariana Gouveia
In Cadeados Abertos – Diário das Quatro Estações
Editora Scenarium Plural
pág. 23

Você sempre faz magia com as palavras e com as fotos, beijos além mar Mariana!!! ❤
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Beijo, minha linda!
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Peguei a mala da saudade. Doi, menina, mas é importante partir ou chegar
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Toda partida é início de uma chegada. Grata, moço! Abraço
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Adoro quando publica trechos dos seus livros… fico insuportável cá.
Você deveria fazer uma sessão de fotos com eles por aí. só acho. rs
Ficaria lindo aqui várias fotos deles.
bacio
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Vou providenciar, amore!
Grazie sempre!!
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