
Revolve a terra com as mãos… Sente a energia vibrante da vida. Havia acabado a chuva e os pingos ainda caiam das folhas.
No ar o aroma do mato verde… e o escuro da noite a apontar distante. Na esquina, um homem cobra ausência dos filhos… e canta um hino de espera.
Relâmpagos cortam o céu, onde um rasgo de sol rompe a nuvem escura que anuncia chuva para logo mais…
O quintal ampara minha solidão, acolhe as dores que rompem as horas prolongadas no escuro. E a vontade de grito rasga o silêncio…
Mariana Gouveia
olá mariana,
um texto maravilhoso, gosto muito dele.
cumprimentos robert
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Muito Obrigada, Robert! Fico feliz por isso.
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Splendide !!!!!
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Thanks!
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