* quote extraído do Coletivo Ao vento, todo dia — da prosa de Rozana Gastaldi Cominal
De perfil a história é mais triste… os corredores ficam mais compridos e as janelas laterais nem conhecem a canção que fala dela… na sala de estar, os mortos em porta retratos ao lado das porcelanas empoeiradas e os vasos de flores de plásticos a murcharem em promessas sem perfume. De perfil, a moça de branco alonga a saia e os sapatos fazem barulho dentro das horas. são sete portas até o alívio final. A veia a sangrar pela cura – que matava, se deixasse – que pingava em conta-gotas no refrão do tic – tac do relógio na parede cinza ocre ou ocre apagado sem cor… de perfil, os dias acontecem diferentes dos outros dias e a fase da lua inicia o ritual de esperar o dia de amanhã.
Mariana Gouveia
BlogVember via Scenarium Livros Artesanais

Não sei, mas desconfio que viajei mundos-realidades e pousei nas páginas de um livro
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Acho que te vi…
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Coisa mais linda passar por aqui e dar de cara com esse texto. Como disse Lunna, viajei pra longe…
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Roseli querida… mais uma na lista das suspeitas.
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