
Visitava a sala depois de olhar cada canto, aposento abandonado pela saudade… precisava aspirar ela no quintal. Olhou céu, o dia coloria as flores… dentro dela germinava asas… pariu borboleta em um idioma que não era o seu. De noite, a situação era de sonho. o céu gemia dentro dela e as estrelas agitava seu interior. Calma aparente de quem ama. Depois que amanhece, asa feita, retrato na parede e ali, todo dia, quando ainda era madrugada fazia reza para ela Ave, borboleta!
Mariana Gouveia
Um comentário em “das impressões do dia seguinte”