A estação, dentro da palavra
A lua, em infinita vezes, encanto.
A realidade é essa coisa descrita de como foi quando o homem pisou na lua.
O rastro a ecoar poesia: a terra, é azul – o homem do espaço disse – e depois, em um poema, o poeta disse: a folha é verde e a água, transparente – e ninguém me explicou o que era a mistura de tudo.
Amanhã, ela será poesia, na palavras de quem enxergou razão, dentro da beleza da rua, iluminada pela lua.
Quando a confusão de sentidos e a vontade de ser dentro do outro, eclipsei na palavra tato.
Quase toque, quase obscuro o sentimento do que não se pode explicar.
A solidão é a mais crua das verdades e enquanto isso, a natureza se veste e o mundo, se torna um lugar comum porque o céu se torna algo espetacular.
Mariana Gouveia
Estamos em Agosto e por isso, temos BEDA.
Participam comigo:
Lunna Guedes – Obdúlio Nunes Ortega – Roseli Pedroso – Suzana Martins e Bob F

Li ouvindo C´tempo do Ivano Fossati e fui indo para lugares meus e me perdi de mim e de ti. E onde estou eu agora? Diante de uma turba faminta com muitas perguntas a fazer. rs
haja café
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Toda essa confusão de tempo e espaço e feriado no meio caí aqui e quero saber das perguntas… diga lá!
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Pela deusa, minha doce e amada menina Mariana. Ler vc é um deleite. Um afago na alma.
“A realidade é essa coisa descrita de como foi quando o homem pisou na lua.” as suas frases me impactam e eu fico ali olhando para o universo e agradecendo muito por ter encontrado vc.
Que delícia te ler!
A minha realidade consiste em suspirar pelo mundo ao ler Mariana Gouveia!! ❤
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eu coloquei a canção e passei pelo seu olhar… não responda, seria a melhor opção, mas lá do futuro tenho por mim que não será a melhor resposta.
Rá!
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