infinitamente

Desenhei a sorte…

no topo da lista dos desejos – isso, anos atrás como querência de amor tranquilo – e fiz e refiz em oração a palavra amor.

Nas simpatias, nos dias dos santos, o nome surgia em forma de código e na casca da laranja, retirada inteira, sem quebrar, a letra do seu nome gerava riso entre os irmãos.

O tempo junto com o universo tratou de ouvir meus pedidos e a sorte, hoje, mora comigo e cuida de mim.

Na canção que canta para mim, fala do amor infinito. Na oração diária, a esperança de cura. No cuidado do jardim, a simbologia da primavera que me oferece em gestos.

O amor é isso e mora comigo nas noites de insônia, na mão estendida, no ombro de amparo e até no silêncio, quando as poesias me habitam.

Ter você por todos esses anos é acreditar que muito mais que o amor de homem e mulher, a amizade e cumplicidade nos faz mais fortes, mais unidos.

Te amo sempre!
Grata por tanto!

Mariana Gouveia

2 comentários em “Desenhei a sorte…

Deixe um comentário