Costurava afagos dentro do que a memória lembrava.
A alma conhecia o toque e sabia dele de séculos passados.
Era jeito de asas na palma da mão.
Era mão sentindo o ritmo do coração.
Pertencia ao mundo criado ali no quintal e sentia-se plena diante da magia que a vida oferecia todos os dias.
Cabia nas madrugadas junto ao canto e quando o horizonte lhe mostrava a manhã que surgia sabia que podia tocá-la se quisesse.
Sempre queria.
Mariana Gouveia
Dos rituais do toque

Que lindo, Mari!👏👏👏
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Grata, minha flor ❤
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Alguns escritos seus me leva alto e me soltam…
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sei do que fala… os seus fazem o mesmo comigo ❤
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