Roubei os momentos instantâneos do dia em
que te encontrei e escrevi cartas sobre isso…
A voz rouca a suspirar vontades
A carta lida como se não tivesse sido entregue.
Na janela, a moldura escondida com o teu nome rabiscado.
Mais de mil vezes desenhei um coração e apaguei…
E o teu olhar ainda mora em mim e a estrofe do
poema morre de solidão em dias que nunca terminam…
Mariana Gouveia
Coletivo Mosaicum
Scenarium Livros Artesanais
