na maioria das vezes, continha o riso para não escandalizar os ausentes.
Diziam que tinha a loucura no olhar.
De vez em quando, por reflexos, através de um espelho, via a vida como se fosse um autógrafo para que ninguém apagasse dela o costume de viver. Ainda assim, todo dia escrevia uma carta sem destinatário contando seus segredos internos… Ou seu diário de amor.
Mariana Gouveia
Das coisas breves

Ver a vida como um autógrafo…Que bonito isso!!!!
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Grata, minha linda! ❤
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Já reparou que a realidade tem muitos prefácios? rs
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às vezes, é o começo de tudo… ou o fim…
Bacio
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