Entrei. Sentei-me na poltrona onde podia ver a janela. Pediu que eu falasse sobre o que eu sentia. Calor – o sol está castigando esses dias – há um sol para cada um nesta cidade… Acaba com meu jardim. Ela se sentou no divã vermelho. Clássico.
e desabou a falar de flores. Quis descobrir o que eu sabia das lanternas chinesas e comecei a falar de luz. Falei das histórias que li e do poema em mandarim do livro verde e de como a semente veio parar em minha mão. Ela achou tudo poesia pura e me pediu para voltar amanhã.
Mariana Gouveia
Ser de flor
Desvios para atravessar os quintais
Diário das Quatro Estações
Scenarium Livros Artesanais

Microconto instigante e delicado, este. Assim o li! Parece que consegui resolver o “ imbroglio” com o wordpress. Amanhã ou depois, tento fazer n uma c postagem. Hoje, consegui fazer vá uma, usando outro computador. Boa noite! Bom domingo! Abraço
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Muito obrigada! Fico feliz que tenha conseguido. Ebaa, teremos mais posts seus. Abraço e bom domingo!
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Republicou isso em Ned Hamson's Second Line View of the News.
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Grata por partilhar!
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Eu viajei aqui… não é novidade. Acontece sempre! Ir além dos desenhos que a palavra oferece.
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Acontece sempre com os Desvios… ❤
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