O jornal não acredita na história dos signos. Pediu para trocar a personagem do meio. Como pseudônimo usou o nome verdadeiro. O editor corrigiu para um nome engraçado. e assim a lua transitou suave pela constelação do agora.
No porta-retratos familiares antigos. Pessoas que não recordam da infância.
Há muita distração na grama do jardim. A história é a mesma. Só muda o nome. Não há conexão com o astral. A demora atrasa o dia. Afinal, o jardim não está para peixe. Eles voam para fora da gaiola.
Ninguém consegue entender a isca.
O inverso acontece dentro de mim.
Hoje a solidão exagera na palavra.
Mariana Gouveia

Fiquei aqui a pensar no porta-retratos enquanto atravesso a cidade de um lado para o outro, e penso no ano que teremos pela frente…
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Ah, o ano… Os dias a rasgar o calendário, bambina…
Bacio
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Eu rasguei o único calendário que me deram, agora vivo perdida. rs
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Eu imaginei essa resposta… 😁
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