
Sabiam as hortênsias da vida líquida
dos seus beijos.
Marejava os olhos com jeito de mar
tão ela, menina de rio.
Cavalgava cavalos marinhos rumo ao oceano.
Os muros dividiam os desejos no quintal.
Não era a hora de amar na concordância verbal do dia.
Chovia – fazia sol em outro destino.
a imagem do paraíso – ela.
Cheirava a amor as palavras escritas.
E a cor da flor resumia o destino da mão
Sabiam as hortências do desejo vivido.
Mariana Gouveia
*imagem: Anna O.
Republicou isso em O LADO ESCURO DA LUA.
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Grata, Anisio! Abraços
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Respirar fundo, fechar os olhos e levar os versos para dentro.
Me perdi completamente, não sei onde estou e se estou. rs
uma delícia começar a semana dessa maneira.
Grata
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Grata eu, por tanto, bambina! Está…rs…aqui, no cuore.
bacio
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tanto mar!
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tanto amar!
Grata!
Beijo
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