
De repente eu quis ser cor. A sua cor –
a que veste sua vida…
Romper a barreira do silêncio
e ser a ave que voa até você.
A emoção a dançar na alma…
Eu de olhar ameno buscando palavra na cor.
E quis ser pele… E quis ser tato.
Para rabiscar em braile na tua pele.
De olho fechado…
O contorno da tua boca.
Eu quis… ser o verso na tua pele.
E de repente o vento já não era meu. Nem a cor.
Os dias, alguns terminam em laranja
e o ocaso mancha o céu.
As mãos buscam pela palavra, verso, poesia
A alma acusa a tua presença.
Tivesse um lápis de cor… eu a pintaria.
Tivesse eu história para contar… eu a inventaria.
Tudo que tenho dentro dessa tarde que cai
é a lembrança – da tua cor…
Mariana Gouveia
Estradas para os dias seguintes
Scenarium Livros Artesanais
*imagem: Anka Zhuravleva
Lindo!LIndo!Lindooo!!!! Você é demais menina!
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Ah, Roseli linda! Grata imensamente! Beijo
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Desenhado com bater de asas!
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voando, poeta!
Beijos
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*Muito obrigada por este momento poético .*
*Maria *
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Obrigada eu, Maria! beijos
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Só para avisar: levei…
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mio cuore explodiu…
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