O meu amor tem o ocaso do dia e o amanhecer vibrante
em mim.
Tem a delicia plena de menina e é tão senhora de mim.
O meu amor duplica em mim as maneiras de amar.
Ora terna,suave.Outras,selvagem,ânsia…furacão.
O meu amor desperta em mim a loucura dos vendavais e a mansidão da brisa.
O meu amor é espera e ao mesmo tempo chegada.
É anúncio de primavera e encantadora como o outono.
Traz calmaria e tempestade.
Meu amor é bipolar.
Frio,calor.
ternura e desejo ardente.
Volúpia e a doce tentação de entrega.
O meu amor é pleno,é tempo,é hora e ao mesmo tempo,
segundos.
O meu amor é por quem todo dia eu morro…
ah,e por quem eu vivo a cada instante.
Mariana Gouveia

Todo amor está sujeito à essa bipolaridade. Seu poema traduziu maravilhosamente essa essência, que ao final é o que mantém o aquecer nas veias de quem ama de verdade. Belíssimo Mariana.
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Ah, eu fico super feliz, Cris!
Grata por você aqui.
Beijos
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