
As histórias que eu ia te contar esqueci.
Apenas recordo de passagens curtas do livro que eu lia.
Havia qualquer coisa de viagem – não lembro bem –
Alguma coisa apitava forte, falta de ar.
Pessoas correndo e eu confusa.
Não havia flores na veia, pareceu que ouvi alguém dizer.
Paredes brancas, rostos estranhos.
Pediam-me calma e estranhamente eu estava, calma.
O jardim ficou sozinho, e as flores que abririam naquele dia fecharam seus botões.
Não lembro disso, mas falaram que foi no dia da dor.
Essa falta de memória me busca na solidão das horas e eu não consigo esquecer.
Mariana Gouveia
Muito bonito mariana
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Ana, querida. Bom demais tu aqui!
Tenho um abraço carinhoso para você de Líria Porto.
Ela compartilhou no Facebook uma postagem que você fez no blog. Quando comentei de ti e do quando admirava teu blog, pediu-me para te entregar um abraço carinhoso com agradecimento.
Então, tens aqui dois abraços e meu beijo
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Obrigada Mariana. Vocês são uns amores.
Gosto muito da Líria.
Como não tenho facebook retribui pra ela esse abraço de carinho e poemas
Beijo
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Entregarei com imenso carinho.
Beijo grande
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…fiquei aqui a suspirar-te minha cara, dentro da noite, com uma xícara de chá em mãos a pensar na ausência da memória e em todas as coisas que nem sempre se precipitam. Estão lá, mas não para nós. rs
bacio
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A minha vida fica mais bonita quando você está. Em todas as memórias mais lindas, inclusive naquelas em que não estavas, mas que te levei pela mão.
Grazie, bambina.
Bacio
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