Ecoa.
Era quase vento sem ter asa.
Era quase pele sem ter poro.
Às vezes, é preciso vento.
Um poeta completa anos e eu, mesa.
Ela, cama…
Libélula na boca em asa
e gozo.
O vento mora aqui
e a maresia invade as cortinas.
Ganha rumo na risada dela.
Quebra regras,
cita nomes.
Me desenha em círculos
e daí eu sou só poema na palavra dela.
Relembra o dia
em memórias todas.
Canto ela nas nuvens
Pego ela no ar.
Respiro a leveza no encanto dela.
Depois disso, prazer é meu nome
Mariana Gouveia
Divã

as vezes, é preciso vento para Ser… Nuvem, céu, chuva, Tempestade no afalto-janela na memória que sopra ontens espalhando por cima do lençol novo enquanto a chaleria apita
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Às vezes é,,,
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