Aberta a temporada de vento. As cortinas dançam em favor da brisa.
Saboto a paixão no instante do paraíso.
Na véspera, a previsão do tempo é dedicada as flores. Um século era quase o momento de agora.
Faço a visitação à árvore em ritual de encanto. Tudo é magia na suavidade da pétala.
Era amanhã a queda de flor e a calçada. acolhida do instante sublime.
O meu querer tem o cheiro dela na cor que desbota quando cai e mudo a rota da estrelas para o olhar dela.
Quase todo amor é feito de vésperas. O instante que acontecerá no dia seguinte.
Cabe em minha mão o nome. Recitado em suavidade com o silêncio da noite. O sensor que me move é o da liberdade e dentro dele busco a poesia que estanca a dor.
Mariana Gouveia
Agosto é o mês das vésperas e de Beda.
Participam junto comigo:
Lunna Guedes – Obdúlio Nunes Ortega – Darlene Regina – Mãe Literatura –
Suzana Martins – Roseli Pedroso
*imagem: Chervona Vorona

Dor estancada com a delicadeza de seu texto, Mariana!
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Grata sempre ❤
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Riqueza e delicadeza de texto alinhavado com essa bela imagem. Sempre um bálsamo passar por aqui, Mariana. Abraço!
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Roseli, minha querida! grata tanto! abraço carinhoso ❤
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Me uno y participo con gusto, en el mes de las vísperas y Beda.
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Benvenido! Gracias
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Seus textos são encantadores!🤍
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Fico feliz que tenha gostado, Ana Luísa ❤ Grata!
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