
Ouço fado, vejo estrelas. Vejo o azul que ela desenhou na mesma palavra em fotografias. Me deixa sem palavras – sempre. Faço plagio na dimensão do agora em poemas... Tornou meu dia melhor – era só o primeiro dia. Provou do meu sabor alado. Estranhou a palavra amor e era a única palavra com que eu a poderia traduzir mesmo usando todos os verbos que conheço e os idiomas todos. Quando quero voar, me dá asas. Tudo sabe teu nome e tem o poder de adivinhar vontades. Dou à ela asas para a liberdade e a palavra. Ela me encanta com poemas que crio na imaginação. Dou à ela a chave para a poesia. Fico mais uma vez sem palavra e a palavra que falta vira poema, no nome dela.
Mariana Gouveia
Coisa mais linda Mariana! Encheu meus olhos e coração! Bjs
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Obrigada, Roseli linda! Beijos
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Adorei o poema, mas a editora que existe em mim rosnou.
Hunft
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adoro esses rosnados…
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